24 de novembro de 2013

Dica de Hoje: O Invencível Homem de Ferro - Extremis

EXTREMIS


Esta é a versão encadernada da minissérie Extremis lançada nos Estados Unidos em 6 partes e no Brasil em 3 e que agora (Abril de 2013) foi lançada pela Panini um encadernado especial compilando os números da série.

Essa mini serviu de inspiração para o filme o Homem de Ferro 3, mas só inspiração pois se fosse filmado o que foi escrito e magistralmente desenhado o filme seria muito melhor. O premiado escritor Warren Ellis e o magnífico desenhista Adi Gradnov desenvolveram uma história singular sobre o Homem de Ferro. Nas primeiras páginas o roteirista quer mostrar as angústias de Tony Stark. Em vários momentos, os problemas gerados no passado pela criação e venda de armas das Industrias Stark assola Tony. No primeiro capítulo, o herói resolve conceder uma entrevista para um jornalista que está fazendo um documentário sobre “Os Fantasmas do Século XX” e o confronta sobre o impacto das armas criadas e utilizadas nas mais diversas guerras (a entrevista lembra os documentários feitos por Michael Moore). Ao final da entrevista, Tony questiona o jornalista dizendo que assim como ele, os documentários feitos pelo jornalista também não mudaram em nada a situação do mundo em relação à guerra e armas. Fica claro que Warren Ellis quer mostrar esse lado do personagem, os sofrimentos e reflexões que isso trouxe para a vida dele.

Nesta parte da história é apresentado o cientista Aldrich Killian, um dos inventores do vírus e que possui uma participação bem pequena nos quadrinhos se comparado ao filme, onde ele é o antagonista (é sua história totalmente diferente da que aparece em Homem de Ferro 3). A história vai se desenvolvendo até o momento que Mallen (o hospedeiro do vírus Extremis) confronta o Homem de Ferro. Os poderes de Mallen são basicamente os mesmos que vimos no filme, superforça, aquela forma com olhos vermelhos, disparos de rajadas de fogo pela boca, a única diferença é que ele não explode. Durante a batalha, Tony fica gravemente ferido e Mallen foge em direção a capital Washington.

A solução foi ir até o instituto onde o vírus foi criado e junto à cientista Maya Hansen, injetar uma outra dose do Extremis. Porém, Tony faz algumas alterações no vírus para que se tudo corresse bem ele pudesse interagir com a armadura. Passado alguns momentos de tensão, Tony sobrevive a dose e agora é capaz de colocar a armadura, fazer ligações e interagir com outros sistemas tecnológicos apenas com o pensamento. A partir daí vemos que Tony consegue fazer a armadura reagir bem mais rápido que antes, dando assim um importante upgrade.

A partir dessa saga, Tony pode controlar outras armaduras a distância como vemos em outras sagas que virão depois. Para quem já viu o Homem de Ferro 3, sabe que a introdução desta tecnologia é muito fraca e deixa o espectador sem saber direito como ela pode funcionar. Diferente do que é feito no quadrinho, onde a explicação torna-se plausível e bem inserida no contexto da saga. 

Vale a pena ler esta história onde vamos poder entender melhor a tecnologia das armaduras bem como encontrar várias ligações com os filmes do Homem de Ferro que sairam na telona e que já estão disponíveis nas locadoras.
Segue abaixo a capa das 3 edições que sairam no Brasil da minissérie. A primeira imagem acima é do encadernado que você encontra disponível nas lojas especializadas.
  























Se você quer começar a ler histórias sobre do Homem de Ferro esta mini é um bom começo.

RECOMENDADÍSSIMO

23 de novembro de 2013

Dica de Hoje : O Circo vai Pegar Fogo - Circus Maximus - Rock dos Bons


Esta é uma das bandas que mais gosto, por isso resolvi postar seu trabalho. Uma mistura de heavy metal, progressivo com pitadas de arranjos clássicos. Muito boa. Destaco o vocalista. Muito bom.
Membros
  • Michael Eriksen: Vocais
  • Truls Haugen: Bateria
  • Mats Haugen: Guitarras
  • Glen Møllen: Baixo
  • Lasse Finbråten: Teclados

Ex-integrantes

  • Espen Storø: Teclados












Circus Maximus é uma banda de metal progressivo originária de OsloNoruega. Seu som assemelha-se ao de bandas como A.C.TLiquid Tension ExperimentIron MaidenPain of SalvationEvergreyQueensrÿcheSymphony X e Dream Theater (Influência latente), entre muitas outras do gênero.

No ano 2000, Michael Eriksen, os irmãos Mats Haugen e Truls Haugen, companheiros de longa data tocando juntos em outros projectos e bandas, somados ao tecladista Espen Storø e o baixista Glen Cato Møllen, fundaram o quinteto Circus Maximus. No início eram uma banda cover. Faziam parte de seu repertório composições de bandas como Dream Theater e Symphony X. Entretanto, a banda já começava a escrever suas próprias canções.



Depois de lançar duas fitas-demo, firmaram contrato com a dinamarquesa Intromental, conhecida agência de bandas de heavy-metal em abril de 2004, assinando imediatamente com a gravadora americana Sensory Records (que licenciou o álbum para distribuição européia pela gravadora Frontiers Records).O seu álbum de estreia, chamado The 1st Chapter, foi lançado em maio de 2005, mixado em diversos estúdios na Noruega e na Dinamarca pelo produtor Tommy Hansen (Helloween, Pretty Maids, Wuthering Heights). Em novembro de 2005, o membro-fundador Espen Storø decidiu deixar a banda por razões pessoais desconhecidas e foi substituído no início de 2006 por Lasse Finbråten (ex-membro da banda norueguesa Tritonus).


Em 2007, foi lançado o segundo álbum, Isolate, e em 2012, o terceiro, Nine.



















Estes são os 3 cds de sua discografia. Vale a pena dar uma olhada e ouvir o som dessa banda. Muito bom mesmo.







http://www.circusmaximussite.com/ - Esse é o Site Oficial da Banda e para baixar os cds: http://thepiratebay.sx/search/Circus%20Maximus/0/99/0


Acima uma amostra do som dessa Banda. A música se chama ZERO  do segundo CD.

ALTAMENTE RECOMENDADO

22 de novembro de 2013

Loucura, Loucura - Batman - A Piada Mortal




BATMAN - A PIADA MORTAL

Desculpa, mas se até hoje você não leu A Piada Mortal, do Alan Moore, pare o que está fazendo e dê um jeito de lê-la. 



Em A Piada Mortal, Alan Moore leva ao limite as tentativas do Coringa de enlouquecer o Homem-Morcego.
Moore explora a psicologia de Batman, Coringa e do comissário Gordon. Todas as tramas paralelas apresentadas na HQ acabam tendo Gordon como seu referencial e é o comissário que concentra a maioria das perguntas que surgem após a leitura da revista. Lançada em 1988, foi uma revolução nos quadrinhos e Alan Moore já consagrado como roteirista, ganhou mais fama e respeito dos leitores. Ele escreveu "V de Vingança", "Watchmen e fez essa obra prima. 








Um dia ruim. É apenas isso que separa o homem são da loucura. Pelo menos menos segundo o Coringa. E ele quer provar seu ponto de vista enlouquecendo ninguém menos que o maior aliado de seu grande inimigo: o Comissário Gordon. Caberia  ao Cavaleiro das Trevas impedi-lo, mas não consegue e ele deixa a filha do Comissário Gordon paraplégica.


A arte de Brian Bolland é sensacional e retrata bem o clima insano que é este argumento de Moore. Note que parece que ela também foi estrupada, mas isso não ficou evidente, somente as imagens, fotografias do ato criminoso deixam a entender o hediondo crime. 




Moore não apenas aprofundou-se na natureza da insanidade do Coringa – chegando ao extremo de aleijar Barbara Gordon (aposentando, por tabela, a Batgirl) e mostrar as fotos ao pai da garota, o Comissário Gordon -, como resolveu versar sobre a origem do vilão.














O traço de Brian Bolland faz jus à importância que Moore dá à sua versão da história e imortaliza o Coringa de rosto magro e sorriso largo, olhos vivos e corpo comprido como o biotipo arquetípico do personagem.















A história termina com uma briga feia entre o super-herói e o supervilão – quando o Coringa saca uma arma que, ao ser disparada, revela apenas uma bandeira estampada com uma onomatopéia. Cansado, ele diz que aquela situação o lembra de uma piada.












Os dois caem na gargalhada, identificando-se com os dois doidos da piada contada pelo Coringa. No penúltimo quadrinho não há mais nenhuma risada nem o som da sirene da polícia, que começa a crescer à medida em que avançamos o olhar pela última página. Uma luz se apaga e, no final, fica apenas a chuva caindo no asfalto. Um final ambíguo, que Alan Moore reforça para não ter “The End” e nenhuma outra sinalização que a história acabou.











O final em aberto, silencioso, foi, por muito tempo, elogiado como sendo um dos grandes trunfos da história, que unia Batman e o Coringa através da loucura. 



Então não deixe de ler essa Graphic e especule o final. Será que o Batman mata o Coringa??

Recomendadíssimo.

21 de novembro de 2013

Dica de Hoje: Batman - O Filho do Demônio

Batman - O Filho do Demônio



Esta história foi lançada no Brasil em 1989 pela Editora Abril na série Graphic Novel e foi recentemente relançada pela Panini, com direito a Capa Dura e extras. A história é bem interessante. Se passa num universo fictício onde Batman tem um filho, ou parece que vai ter. Escrita por Mike W. Barr e desenhada por Jerry Bingham, é uma ótima leitura desse personagem bastante controverso.
Batman é obrigado a se aliar ao seu maior adversário para deter um terrorista sanguinário e insano que obtém o controle de uma máquina capaz de manipular o clima. Assim, o Cruzado Encapuzado se vê em uma difícil situação, tendo de caçar o sádico criminoso e, ao mesmo tempo, proteger Talia, a mulher que pode estar carregando em seu ventre o filho do Homem-Morcego.

A história segue com duas investigações – a primeira trata da morte de Dr. Blaine, líder do Centro de Pesquisas Blaine-Pearson; a segunda, mais voltada à espionagem, é ligada a Golatia, um país fictício que possui fortes laços com um brilhante estrategista chamado Qayin. Entre uma transada e outra, Batman discute com Al Ghul qual seria a melhor estratégia para deter o avanço do poderio militar de Golatia, que já ameaça a paz mundial. Parece que Qayin tem planos de lançar um satélite que conseguiria controlar o clima do mundo inteiro, o que o transformaria numa espécie de rei do mundo





Batman e Talia tentam detê-lo sem sucesso, o míssil é lançado, e cabe aos dois tentarem deter Qayin no posto de comando. Enquanto a primeira investigação sequer é mostrada na história, a esposa de Batman conta as novidades: Batman não é eunuco! E vai ter um filho!!!! Aqui, encontra-se o complicador da história. Se James Bond, quero dizer, Batman sabe que sua mulher está grávida, por que não protegê-la? Todos sabiam de um possível ataque das tropas de Qayin contra Ra’s Al Ghul, mas ninguém se preocupou em proteger a gestante…








De qualquer forma, Talia, após desfraldarem o ataque de Qayin, diz ao Morcego que perdera o filho. Devastado, Batman segue em sua vingança. O ataque contra a base de Qayn é impiedoso e, juntamente com Al Ghul, Batman consegue deter o vilão. O engraçado é que enquanto Al Ghul é uma espécie de contraparte de Batman no quesito astúcia e inteligência, Qayn é quase um meio-irmão que quer vingança do assassinato de seus pais. O assassino? Ra’s Al Ghul. Voltando para o palácio do terrorista mais conhecido do mundo, Batman e Talia se separam.









No dia seguinte, com Batman de volta a Gotham, Patrick Jane, desculpe, o Cavaleiro das Trevas desvenda o primeiro crime tendo como base o papel deixado na mão da vítima. Assim, Batman se mostra como o perfeito detetive e só.
Ao final, vemos que o filho de Batman nascera e fora deixado aos cuidados de uma família aleatória para que fosse resgatado por Morrison na atual fase de Batman. Apesar de ser uma narrativa aventuresca, a história não consegue se sobrepor a Cavaleiro das Trevas. Não é de se estranhar, então, que, ainda hoje, todos os argumentistas de Batman simplesmente ignorem o trabalho de Barr, aproveitando somente alguns elementos deixados por ele (refiro-me especificamente a Damien Wayne).




Apesar de ter sido escrita depois do Cavaleiro das Trevas, que foi um marco na personalidade do personagem, podemos conhecer mais um pouco do seu arqui-inimigo Ra's Al Ghul e de sua filha Talia.



Altamente recomendado

20 de novembro de 2013

Dica de Hoje: A Voz Feminina no Metal - DELAIN - Rock na veia!!

Metal Female Voice


Hoje o post é Rock'n Roll, mais precisamente, Metal Female Voice. E a Banda é Delain. Para os que não conhecem mas gostam de um rock com voz feminina, essa é uma boa pedida. A Banda é excelente e sua vocalista tem uma voz maravilhosa. Segue abaixo a história da banda retirada de nossa encicloplédia virtual Wikipédia. Leiam, baixem e me digam se aprovam ou não.

O projeto musical que resultaria na banda Delain começou com Martijn Westerholt (ex-Within Temptation) e Charlotte Wessels (ex-To Elysium). Em 2001, Westerholt descobriu que sofria da doença de Pfeiffer e saiu da banda Within Temptation. Assim que melhorou bastante, em 2002, começou a compor, para passar o tempo. Quando reuniu material suficiente, o músico decidiu tornar as suas letras num projeto musical. Nesta época, Wessels era uma cantora desconhecida que morava perto de Westerholt. Westerholt e Wessels se conheceram por acaso. A caminho do estúdio, Westerholt ouviu Wessels cantando e logo a pediu para escrever a letra de uma canção e vocal à parte. Percebendo que tinha encontrado uma boa compositora e uma voz típica do metal gótico, Westerholt convidou Wessels para se juntar ao projeto. Iniciado o projeto, Westerholt teve a ajuda de seus amigos do cenário musical e, em julho de 2005, começaram as gravações do primeiro álbum oficial, após assinarem contrato com a Roadrunner Records.


O álbum Lucidity conta com participações de peso: Jan Yrlund (Lacrimosa) e Ad Sluijter (ex-Épica) ocupam-se da guitarra e Ariën van Weesenbeek (ex-God Dethroned, Épica) a bateria. Foram convidados para os vocais Sharon den Adel (Within Temptation), Liv Kristine Espenæs (Leaves' Eyes) e Marco Hietala(Nightwish e Tarot), que para além dos vocais também se ocupa do baixoGeorge Oosthoek e Guus Eikens (Orphanage) fazem os vocais guturais. O álbum foi marcado para lançar em abril de 2006 mas foi adiado algumas vezes e só foi lançado oficialmente em 4 de setembro de 2006. Amostras das músicas foram disponibilizadas no site oficial , além das músicas completas Sleepwalker's DreamThe Gathering e o videoclipe da música Frozen. A partir do álbum também foram lançados os singles "Frozen", "See Me In Shadow" e "The Gathering", o último foi lançado apenas para download na internet.



Após o enorme sucesso do álbum Lucidity, Delain deixou de ser um projeto e se tornou uma banda que faria apresentações ao vivo. Dos que estavam presentes no primeiro álbum, apenas Westerholt e Wessels estariam nas apresentações ao vivo. Inicialmente, convidaram Ronald Landa para guitarra, Rob van der Loo para o baixo e Sander Zoer para a bateria. Esses três músicos também estariam presentes no segundo álbum.




No final de 2007, a banda começa a tocar duas músicas novas ao vivo, Stay Forever e Start Swimming, e eles revelam a intenção de lançar um novo álbum. Em novembro de 2008, foi anunciado no site oficial  o lançamento do novo álbum, April Rain, previsto para fevereiro de 2009. O segundo álbum não teve a mesma participação de peso do álbum anterior, mas contou com alguns dos músicos presentes anteriormente. Marco Hietala (Nightwish e Tarot) e Guus Eikens (Orphanage) mostraram presença novamente. A partir desse álbum foram lançados os singles "April Rain" e "Stay Forever".

Entre o final de 2009 e início de 2010, a formação da banda sofre algumas alterações. Primeiramente, Ronald Landa sai da banda e dá espaço para Ewout Pieters ocupar o lugar na guitarra. Logo após é anunciada a saída de Rob van der Loo, tendo o lugar ocupado por Otto Schimmelpenninck van der Oije (Detonation). Nessa mesma época, Delain informa em seu site oficial  que eles começaram a trabalhar no terceiro álbum. O novo álbum terá um novo produtor musical, uma orquestra real, além de outras novidades.

Delain é uma banda de metal sinfônico formada por Martijn Westerholt, ex-membro da banda Within Temptation. Seu nome é uma referência ao livro Os Olhos do Dragão de Stephen King. A banda já esteve no Brasil num show espetacular em SAMPA. Esperamos um retorno ao Brasil indo a mais capitais estaduais. A banda Delain é originária dos Países Baixos mais precisamente da cidade de Zwolle.











http://www.delain.nl/  - Esse é o site oficial da banda.

Segue abaixo um video da música Frozen - Muito bom!!


Para conseguir alguns álbuns baixe aqui:

Altamente Recomendado