25 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: Benvindos a ASTRO CITY - Inquisição

BENVINDOS À ASTRO CITY

Superman e Batman são super-heróis da editora DC; Quarteto Fantástico e Capitão América, da rival Marvel. A princípio, eles não podem aparecer em uma mesma história. Mas há um lugar no mundo dos quadrinhos em que os heróis convivem: Astro City "Inquisição", saga que se passa nesta cidade criada por Kurt Busiek, Brent Eric Anderson e Alex Ross. 





"Astro City" é uma série norte-americana criada por três autores que são, acima de tudo, fãs de super-heróis. Eles imaginaram um lugar em que viveriam todos os seus personagens prediletos. Isso seria impossível, pois eles pertencem a editoras diferentes. Então criaram novos heróis que homenageiam a todos e convivem em um mundo único. 


Assim, o Superman virou o Samaritano; o Capitão América, o Velho Soldado; e o Quarteto Fantástico (Fantastic Four, em inglês) tornou-se a Primeira Família (First Family). Os seis primeiros números de "Astro City" saíram no Brasil em 2002. Agora são publicadas mais sete histórias. As seis primeiras narram a origem de um novo super-herói, um órfão adolescente que busca ser alguém na vida e se torna o parceiro mirim de um sombrio vigilante que age apenas à noite, conhecido por ser um ótimo detetive e por apavorar os criminosos. Pode lembrar Batman e Robin, mas são... Inquisidor e Altar Boy. 



Os criadores Busiek, Anderson e Ross não são iniciantes que surgiram com "Astro City".
Todos já têm nome dentro da indústria das HQs, sobretudo Busiek e Ross. Eles despontaram para o sucesso trabalhando em "Marvels", uma minissérie que mostrava o universo de X-Men, Homem-Aranha e companhia do ponto de vista dos humanos sem poderes. 





Neste ponto, "Astro City" é quase uma extensão de "Marvels". Há as histórias em que os protagonistas são os trabalhadores normais, com seus problemas cotidianos, e os superseres não passam de meros coadjuvantes. E há aquelas, como "Inquisição", em que os personagens principais são os super-heróis, que vivem dentro de uma comunidade heróica tão grande e cheia de problemas que parece humana. 








"Astro City" é a cidade em que os coadjuvantes valem tanto quanto os protagonistas, e os super-heróis são tão humanos quanto aqueles que lutam para salvar. Definitivamente, trata-se de uma cidade diferente. 




EXCELENTE LEITURA - NÃO PERCA

24 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: Reino do Amanhã - Edição Definitiva

REINO DO AMANHÃ - EDIÇÃO DEFINITIVA
Reino do Amanhã (Kingdom Come, no original em inglês) foi uma minissérie no formato quadrinhos publicada pela DC Comics, escrita por Mark Waid e ilustrada com arte pintada de Alex Ross. A história mostrava o futuro possível de um Universo DC 20 anos a frente, onde os heróis atuais perderam o respeito pela humanidade, o que obriga os antigos heróis, que haviam se aposentado, a retornarem a ativa para pôr um fim aos atos violentos cometidos por seus sucessores.


Toda história é vista pelo pastor Norman McCay, que é feito invisível, inaudível e intangível pelo Espectro.



Quando o Coringa matou todos os funcionários do Planeta Diário- incluindo Lois Lane - (exceto, lógico, Clark Kent), Magog, um herói em ascensão muito violento, e o próprio Superman, vão em busca do vilão. Por puro acaso, Magog encontra o Coringa segundos antes do Superman e tira-lhe a vida friamente. Magog é julgado e absolvido pela vontade da população. O Superman fica constrangido com essa manifestação popular em defesa de um assassino e se aposenta, indo morar em sua Fortaleza da Solidão. E com isso, outros heróis da antiga geração também desaparecem.


Cerca de vários anos depois, um grupo formado por Magog e versões de heróis da Charlton Comics perseguem o Parasita no Kansas. O Parasita, num golpe, rasga o peito do Capitão Átomo e este explode, liberando toda sua radiação quântica numa detonação nuclear, varrendo do mapa até cidades próximas. Magog sobreviveu devido a invulnerabilidade.

Superman retoma então sua função heroica, e encontra o mundo povoado por heróis sem virtudes, inundado por superseres que não se importam mais com os humanos e só se preocupam em lutar, sem saber ao certo por que lutam, que gastam seu tempo unicamente em lutas uns com os outros, pouco se preocupando em proteger o cidadão comum. Outros heróis mais antigos viviam em suas próprias utopias particulares:
  • Lanterna Verde (Alan Scott) (retratado como um cavaleiro de armadura de energia verde, um verdadeiro Gladiador Esmeralda) vigiava dia e noite de uma cidadela espacial criada com seu anel, esperando uma invasão espacial que nunca vinha;
  • Flash (retratado tendo pele vermelha e o capacete de Hermes, ou de Jay Garrick) Após se fundir com a Força de Aceleração, as moléculas de Flash se tornam instáveis e como resultado, ele está em constante movimentação. Ele é referido como "Wallace West" na adaptação literária de Elliot S! Maggin e posteriormente, Mark Waid confirmou que esse Flash do Reino do Amanhã é Wally West;
  • Gavião Negro (retratado como um verdadeiro homem-gavião) dedicava-se somente a deter ameaças ecológicas.
  • Batman mantinha Gotham City totalmente sob seu controle, parando qualquer crime com seus Bat-robôs.

Nisso inicia-se o retorno do Superman à ativa. Outros também se motivam a voltar e mostrar um caminho a seguir, onde o mais importante é a vida, coisa esquecida pelos jovens heróis. No decorrer da história alguns se negam a se converterem a essa ressuscitada ordem e são presos em uma cadeia para superseres. Contudo, alguns vilões, chefiados por Lex Luthor, elaboram um plano para se livrarem de todos os superseres e assim dominarem tudo. Com o inicio de uma revolta nessa prisão, Superman voa ao local para impedir que haja uma matança, contudo, é impedido pelo Capitão Marvel, que havia sofridolavagem cerebral causada por Lex Luthor. Inicia-se então uma grande batalha

Em meio a isso, o governo, preocupado com tudo que estava acontecendo, dispara uma bomba nuclear para destruir todos os superseres e assim terminar com as ameaças. Percebendo a aproximação da arma, Superman consegue conter o Capitão Marvel e tenta trazê-lo à razão novamente, livrando-o do domínio de Luthor. Em seguida, o Homem de Aço parte para deter o míssil mas, no último momento, é impedido pelo Capitão Marvel que, ao se livrar do domínio de Luthor, percebera seus erros e decide ele próprio parar o artefato. Ele falha e há uma explosão. A destruição é total e poucos sobrevivem. Dentre estes estão superseres que foram protegidos pelo anel do Lanterna Verde, Batman e Mulher Maravilha, que não estavam, e o Superman, que resistiu a explosão.

 Então, o Superman vai até a ONU, de onde foi lançado o míssil, e resolve perdoar os humanos retomando a função que não deveria ter abandonado, a de guiar o mundo. O Reino do Amanhã, além da qualidade gráfica e artística, mostrou que os conceitos de não matar dos antigos heróis ainda eram válidos, apesar do tempo e do clamor por personagens mais violentos. Sem dúvida, o Reino do Amanhã influenciou positivamente o Universo DC, reavivando muito do ideal e grandeza dos heróis.

Reino do Amanhã saiu recentemente um encadernado super especial cuja capa está acima. O preço é salgado mas vale cada centavo. Muitos extras e curiosidades compõe esta edição sem falar na história fantástica.

IMPERDÍVEL !!

23 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: ORPHANED LAND - Rock Israelita dos bons!!

Orphaned Land  é uma banda israelita de heavy metal com fortes influências da música tradicional do Oriente Médio.

Orphaned Land foi criado em 1991. Na época o nome da banda era Resurrection. Em 1992, depois de algum tempo a procura de um som próprio, a banda focou-se na cultura do médio oriente. Adotaram o nome de Orphaned Land e o seu estilo foi-se aproximando do oriental metal. A sua música combina vários estilos musicais e filosofias.
No ano seguinte, depois do lançamento da primeira demo The Beloved’s Cry é assinado um contrato com a gravadora francesa Holy Records, por dois álbuns.Sahara, o primeiro, é apresentado em 94. Dois anos depois é a vez de El Norra Alila.


Depois do sucesso destes dois álbuns, a banda recebeu várias propostas de editoras. A escolhida foi a Century Media, em 97Durante seis anos a banda ficou parada. Em 2004 o Orphaned Land faz uma mini tour por Israel e Turquia. Ainda nesse ano terminam o álbum Mabool. Depois do lançamento deste álbum, assinam com a agência ICS. Segue-se uma tour que abrange 4 continentes e quase 30 países. A banda participa nos festivais Wacken Open-Air, Summer-Breeze, Hellfest e ProgPower.



Em janeiro de 2010, o Orphaned Land lançou o sucessor do aclamado Mabool, intitulado The Never Ending Way of Warrior ("O Caminho Infinito do Guerreiro da Luz", em português) e o conceito é a batalha entre a luz e a escuridão. O álbum tem um som diferente do Mabool, e foi mixado por Steven Wilson (Porcupine Tree).


O primeiro single do CD, "Sapari" foi colocado no MySpace com duas outras faixas, "Vayehi OR" e "Disciples of the Sacred Oath II". No início de 2011, The Never Ending Way of ORWarriOR foi avaliado pelo Metal Storm com o melhor álbum de metal progressivo de 2010 pelos usuários com 421 votos de um total de 1130.


A banda já atuou em Portugal, no festival SWR Barroselas Metal Fest a 2 Maio de 2010. Em 20 de abril de 2012, o grupo se apresentou no festival Metal Open Air, São Luís, Brasil. Orphaned Land é comumente referido como oriental metal, por vezes folk metal, embora os membros descrevam seu som como "Middle-eastern progressive metal" (Metal progressivo do oriente médio).


Nos dois primeiros álbuns, o Orphaned Land apresentava um Death/doom mesclado com sua sonoridade oriental que o tornou conhecido. A partir do Mabool, a banda incorpora progressividade ao seu som, onde tecladossintetizadores e os instrumentos nativos do oriente médio estão mais presentes que nos álbuns anteriores.


Com o lançamento do ORWarriOR em 2010, o grupo seguiu a linha do metal progressivo, só que desta vez com menos sintetizadores em relação ao Mabool, abrindo espaço para um som mais orgânico, com violinos em escala árabe, e dando continuidade ao constante uso dos instrumentos exóticos.
Integrantes:

Demos[editar | editar código-fonte]

  • The Beloved's Cry (1993)

EPs[editar | editar código-fonte]

  • The Calm Before the Flood (2004)
  • Promo Split MCD (2005) – (com Sentenced)
  • Ararat (2005)

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]



SONZAÇO - RECOMENDADO

SAPARI

22 de janeiro de 2014

Dica de hoje: Sonja - A Guerreira

SONJA - A GUERREIRA - SENSUALIDADE E VIOLÊNCIA
Criada em 1973 por Roy Thomas, Sonja tornou-se sinônimo de sensualidade e violência no mundo dos quadrinhos. Nascida da dor e da agressão causada à sua família, ela jurou jamais se render a homem algum e ganhou em troca uma vida repleta de aventuras. Percorrendo os diversos reinos da Era Hiboriana, a mercenária não se curva a ninguém e coloca o fio de sua espada a serviço da emoção e aventura.
Longe das bancas há muito tempo, a guerreira dos cabelos de fogo está de volta! A edição especial Sonja, a Guerreira: Mais uma Batalha marca este esperado retorno. Na história, escrita por Jimmy Palmiotti e Justin Gray, com arte de Liam Sharp, o poderoso exército de Graven Sul está massacrando aldeias e vilarejos e deixando um rastro de destruição pelo seu caminho. Pagando uma dívida com o Rei Varick, o Impávido, Sonja toma a dianteira da batalha de Dorlack, sendo a última esperança do reino.



A edição traz também um minipôster exclusivo do artista da série regular da personagem e também um mapa em página dupla da Era Hiboriana. Para comemorar os 35 anos da guerreira ruiva, a revista conta com uma matéria sobre a trajetória da Ruiva e outra sobre a nova série, que será publicada em abril pela Panini numa minissérie em três edições denominada Sonja, a Guerreira: Crânios Flamejantes.


A HIRKANIANA COMEMORA OS 35 ANOS DE SUA CRIAÇÃO COM UMA EDIÇÃO ESPECIAL E UMA MINISSÉRIE EM TRÊS EDIÇÕES!


IMPERDÍVEL






21 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: X-23 Minissérie

QUEM É X-23??

Todo mundo sabe que Wolverine é o melhor no que faz, e o que ele faz não é nada bonito. Mas o que pouca gente sabe é que houve uma tentativa de se duplicar o infame projeto Arma X, que deu garras de adamantium para o mutante canadense, com a intenção de se criar uma nova arma viva.

O resultado foi X-23, ou Laura, uma clone modificada do mutante, uma gêmea idêntica, igualmente dotada de garras afiadas e indestrutíveis e igualmente treinada para matar. Mas ela se voltou contra seus criadores e fugiu do laboratório onde “nasceu”

Dois anos depois, o próprio Wolverine pediu para que ela fosse para o Instituto Xavier, como um reforço aos jovens alunos mutantes. E o que aconteceu nesses dois anos? Como foi o seu primeiro encontro com Logan? E quem é X-23? Isso você vai ver nessa minissérie com argumento de Craig Kyle e Christopher Yost  e desenhos de Billy Tan.



CONHEÇA X- 23 - LAURA - ESSENCIAL

20 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: Falcão Negro - Herói dos Ares

FALCÃO NEGRO - O HERÓI DOS ARES

Falcão Negro é um personagem bem antigo: surgiu em 1941, criado por Chuck Cuidera, Bob Powell e Will Eisner, como parte de uma antologia de histórias de guerra publicada pela Quality Comics, a Military Comics. Uma lenda dos ares, um homem misterioso, um herói mundial. Não são poucos os adjetivos a serem usados para se definir o Falcão Negro. Líder de um grupo de ases da aviação, ele é querido por todo o planeta, principalmente pelos americanos, graças à luta que trava contra os nazistas, no auge da Segunda Guerra Mundial. Toda sua fama, porém, sofre um duro revés quando se vê acusado pelo senado dos Estados Unidos de atuar como espião para o regime comunista da União Soviética. Com isso, algumas perguntas ecoam: quem pretende ver a ruína do Falcão Negro? Quais os perigos reservados para o mundo sem um de seus maiores símbolos?

Conhecido apenas por seu apelido, ele liderava um grupo de ases da aviação, os Falcões Negros, contra as mazelas perpetradas pelo nazismo. Claro, a ideia era capitalizar em cima da Segunda Guerra Mundial, que transcorria basicamente na Europa – os Estados Unidos só entrariam no conflito no fim daquele ano. Mais de quatro décadas depois, em 1988, Howard Chaykin remodelou e atualizou o personagem em uma minissérie de três partes lançada pela DC Comics, detentora dos direitos da revista após a falência da QualityNo entanto, em vez de apenas homenagear o Falcão Negro e sua importância histórica, fazendo uma simples trama baseada na dicotomia clássica da Segunda Guerra – aliados contra nazistas –, o artista reescreve a história do período ao criar um invejável conto de mistério envolvendo agentes secretos.

Na visão de Chaykin, a tensão entre Estados Unidos e União Soviética, que mergulharia o mundo em um estado paranoico por décadas a fio (a Guerra Fria), já existia antes mesmo do término do maior conflito do Século 20. Isso transforma sua abordagem do clássico personagem em uma versão em quadrinhos dos romances de John le Carré e Graham Greene, mestres da literatura de espionagem, ao abordar conspirações políticas, sexo e assassinatos. O roteiro de Falcão Negro não é simples de ser acompanhado – em grande parte, graças aos diálogos secos, que muitas vezes fazem alusão a ações e personagens ainda não mostrados ou citados vagamente. O leitor, com isso, torna-se elemento ativo na construção do enredo, tendo que ligar nomes e citações para saber quem é quem, quem é aliado de quem e, principalmente, quem trai quem.

E, embora séria, a trama se dá ao luxo de conter momentos cômicos, graças ao carisma do protagonista e de seus coadjuvantes. Falcão Negro se parece muito com os papéis representados por Cary Grant nos longas de Alfred Hitchcock, em especial Intriga internacional. Ele é um homem inteligente, no meio de uma situação incontrolável e perigosa, mas que não perde o charme ou o bom humor.
É verdade que Chaykin não faz um grande trabalho, seja como roteirista ou desenhista, há um bom tempo. No entanto, durante os anos 1980, em seu auge criativo, foi mestre da narrativa. Poucos constroem uma diagramação tão ágil quanto a sua, seja pelas sequências com quadros pequenos para transmitir uma ação intensa e rápida, ou quando termina uma cena com um gesto de personagem, diálogo ou onomatopeia que faz referência ao início da cena seguinte – expediente bastante usado também por Alan Moore em seus roteiros.




O resultado final de Falcão Negro é mais do que satisfatório. Uma pequena obra-prima dos quadrinhos, embora quase desconhecida, que ganhou edição nacional pela Abril no fim de 1989.

RECOMENDADO

19 de janeiro de 2014

Dica de Hoje: Novamente a Porrada Estanca: Hulk vs. Thor vs. Wolverine

HULK VS. THOR VS. WOLVERINE - PORRADA PURA

Hulk Vs. é o nome pelo qual são conhecidos dois episódios produzidos em 2009 pelo estúdio Lionsgate sobre o personagem da Marvel ComicsHulk.





Os episódios são Hulk Vs. Thor e Hulk Vs. Wolverine.


Hulk vs. Thor: Neste episódio Loki, o meio-irmão invejoso de Thor, arquiteta um plano maligno para invadir o palácio de Asgard e acabar com Odin e para isso se vale da magia de Encantor(chamada no desenho de Amora) e da força do Incrível Hulk.



Loki sequestra o Dr Banner e após enfurecê-lo, fazendo com que se transforme na criatura verde, detém-no com um encanto paralisador, dando tempo para Amora lançar um poderoso encanto que separa literalmente o Hulk do Dr Banner.


O monstro é, em seguida, submetido a um outro feitiço de Amora que torna-o num verdadeiro fantoche sob o controle de Loki. O Hulk é enviado para invadir o palácio e se inicia o massacre.
Loki vibra com o novo poder, pois é como se ele próprio estivesse presente nas cenários de batalha, controlando os movimentos, os reflexos e os poderosos golpes do Hulk. Assim, Hulk com a mente de Loki, derrota facilmente os guerreiros Fandral, Volstagg, Hogun e Balder, até que surge o Poderoso Thor.


Hulk vs. Wolverine -  Este desenho lembra muito o primeiro encontro de Wolverine com o Hulk nos quadrinhos. Nesta história Wolverine é designado a derrotar o Hulk que aterrorizou uma cidade do Canadá.



A Porrada estanca a Vera e fica provado que ninguém pode mesmo com o Gigante Verde.


ANIMAÇÃO SENSACIONAL - IMPERDÍVEL